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Os jogos de Sudoku de n�vel m�dio s�o ideais para jogadores

interm�dios ou principiantes que j� dominam o n�vel f�cil e procuram novos est�mulos.

Nestes puzzles, a l�gica continua a ser o fator mais importante, mas preencher a tabela

ser� j� mais desafiante.

As regras do jogo mant�m-se iguais. O jogador ter� de

03/12/2023 04h31 Atualizado 03/12/2023

Assinantes podem presentear 5 acessos GRATUITOS por dia.

"Quando eu era bem pequena, j� notava que as pessoas me olhavam estranho quando visitavam a nossa casa. �Essa filha da Janete � diferente�, diziam. Hoje, sei que � por conta da fisionomia. Tenho a pele e os olhos bem mais claros que os da m�e e das outras quatro filhas. Mas na �poca, era muito complicado. Me lembro que at� meu irm�o mais velho, que hoje j� se foi, brincava bastante comigo por conta disso, coisa de crian�a.

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At� que, quando eu tinha uns 9 anos e voltava da escola, escutei minha m�e falando algo sobre mim. Me escondi perto da janela da cozinha e vi que ela conversava com a vizinha. Contava que eu, a filha mais nova, fui a �nica a nascer por cesariana, e o parto foi na maternidade Darcy Vargas, em Joinville (SC). Ela disse que, depois que deu � luz, segurou o beb� nos bra�os e que, em seguida, ele foi levado pela equipe m�dica, como era de praxe. Quando trouxeram o beb� de volta, ela disse que percebeu que a crian�a era diferente. Contou que fez um salseiro no hospital e repetia que aquela n�o erab�nus gr�tisfilha, que as pulseiras com os nomes haviam sido trocadas. Teve complica��es por isso. Mas tanto insistiram que n�o havia a possibilidade de ter acontecido uma confus�o que ela me levou para casa, como filha dela, quando recebeu alta, 12 dias depois.

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Eu n�o contei para ningu�m que tinha ouvido aquilo. Corri para um terreno baldio que havia perto da nossa casa, me sentei e comecei a chorar. Chorei muito. Fiquei com medo, n�o sabia o que pensar. Fiquei at� doente, passei uns tr�s ou quatro dias de cama, com febre. Guardei aquilo comigo por anos. Era muito nova e achava que meus pais poderiam me entregar para outras pessoas. Passei a ficar ainda mais retra�da, me sentia ainda pior sempre que algu�m dizia que eu era diferente. Acontecia sempre. Quando chegava uma visita, eu me escondia e n�o aparecia mais.

E foi assim at� os meus 13 para 14 anos. Naquela �poca, meus pais estavam brigando muito, era um verdadeiro caos, e minha m�e acabou saindo de casa. Eu fiquei com meu pai e tomei coragem para finalmente perguntar se era verdade aquilo que eu tinha ouvido. Ele disse que era mentira, que a m�e havia inventado aquilo, e defendeu isso at� o fim. Morreu dizendo que eu era filha dele e me tratando como tal.

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Depois da morte dele, quando eu j� tinha 28 anos, resolvi ent�o perguntar � minha m�e. Aquilo mexia muito comigo. �Me conte a verdade�, eu insisti. At� que ela finalmente confessou para mim, com todas as letras: �acho que voc� n�o � minha filha�. Ela sempre foi uma boa m�e e foi um baque ouvir aquilo, mesmo que eu j� tivesse essa suspeita. De repente, n�o sei explicar, eu me sentia num lugar que n�o era o meu.

Comecei a procurar em todos os lugares. Me diziam: �olha, tem algu�m parecida com voc� em tal lugar', e eu corria para ver quem era. Pensei em procurar TV, r�dio, mas acabei n�o conseguindo. � uma coisa que mexe tanto com a gente... e eu, no fundo, n�o queria acreditar que aquilo era verdade.

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para a mulher, m�e da v�tima

At� que, em 2008, com a ajuda de um advogado, eu consegui fazer o teste de DNA com a m�e, e um ano depois, veio o resultado: de fato eu n�o era filha dela. Chorei muito, desabou o mundo para mim ali, porque at� ent�o eu ainda tinha alguma esperan�a de que a m�e tivesse se enganado.

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Depois disso, acionei o advogado para tentarmos achar a minha fam�lia biol�gica. Pedimos para abrir os arquivos da maternidade, mas ele me disse que seria dif�cil, porque o local havia sido atingido por um inc�ndio depois que nasci. Depois de um ano tentando, conseguimos entrar l�, em 2023. Ele abriu os arquivos e descobriu que uma outra menina havia nascido no mesmo dia e hor�rio que eu, com uma diferen�a de dez minutos.

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Eu passei a vida em Joinville, mas havia me mudado h� uns 6 meses para Francisco Beltr�o (PR) � a cerca de 560km de dist�ncia � quando o advogado me ligou dizendo que havia encontrado essa pista sobre a minha fam�lia biol�gica. Ali j� sab�amos: esse era o beb� trocado. Eu peguei um �nibus naquela mesma noite e fui no endere�o cadastrado no arquivo. Eles n�o moravam mais l�, mas, para a minha surpresa, a irm� de uma das minhas cunhadas vivia na casa e me deu alguns contatos dos antigos moradores.

�Ela n�o acreditou�

No dia seguinte, eu j� liguei para uma mulher que seria nora da pessoa que foi trocada comigo na maternidade. Contei a hist�ria, mas ela n�o acreditou. Perguntei se ela poderia me mandar uma
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do marido dela, que seria meu irm�o. Quando ela enviou, eu fiquei chocada. Meu filho era a cara dele e eu j� n�o tive d�vida alguma de que havia encontrado. �N�o preciso nem fazer DNA�, pensei. Mas ela j� me adiantou que seria dif�cil que acreditassem nessa hist�ria. A minha m�e, a que me criou, passou por toda aquela situa��o, j� desconfiava desde o in�cio. Mas eles n�o. Eles acreditaram esse tempo todo que tudo estava no seu devido lugar.

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Consegui, ent�o, falar com algumas pessoas da fam�lia, e elas me disseram que meus pais biol�gicos j� eram velhinhos. Por isso, seria dif�cil chegar l� do nada e dar essa not�cia. Insisti e conversaram com eles, mas o que me disseram � que, num primeiro momento, tamb�m n�o acreditaram. Pedi, ent�o, para intermediarem um encontro com a minha m�e biol�gica, e ela disse que era melhor n�o ter esse encontro comigo, porque n�o queria mexer com uma hist�ria dessa. Tudo ficou mais dif�cil ainda para mim. Nem sei o que eu pensei ou senti. N�o gosto nem de lembrar.

Passados cerca de dois anos, consegui combinar de conhecer dois dos meus irm�os biol�gicos e as fam�lias deles, de volta em Joinville. J� fui pensando: �dessa vez eu consigo contar a hist�ria�. Antes de encontr�-los, fui bem cedinho at� o port�o da casa daquela que seria minha m�e biol�gica. Conversamos, expliquei para ela em detalhes toda a situa��o. Ela chorou bastante, mas disse o quanto era dif�cil era para ela acreditar. Voltei de novo chorando para casa. Mas quando cheguei de viagem, naquele mesmo dia, ela me ligou e disse que aceitava falar mais. Revelou que meu pai biol�gico tinha passado mal, que havia sofrido um AVC, e que se seu quisesse, poderia encontr�-los no hospital. Depois, soube que ele ficou muito mal de sa�de quando soube da troca dos beb�s.

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Voltei imediatamente para l�. Fiquei com eles, conversamos bastante, e dois dias depois, o meu pai biol�gico faleceu. Infelizmente, com ele eu nem consegui ter um contato. Mas depois disso, consegui finalmente ter um momento com a minha m�e. � dif�cil, porque s�o la�os dif�ceis de construir depois de tanto tempo. Ela j� tinha criado a filha.

O vel�rio do meu pai biol�gico foi um momento bem dif�cil para mim, porque quase ningu�m sabia quem eu era e o que tinha acontecido. At� hoje, acho que quase ningu�m sabe. E foi essa a situa��o: eu participei como se fosse uma conhecida, n�o a filha dele. Foi bem triste. Me senti um nada ali.

�Um baque enorme�

Depois disso, consegui me aproximar um pouco mais, de certa forma, e dois meses depois a minha m�e biol�gica finalmente topou fazer o teste de DNA. Isso foi no in�cio de 2023. Em pouqu�ssimo tempo, o exame j� confirmou que ela era a minha m�e mesmo. E foi um baque enorme para ela. Ela de fato n�o acreditava que aquilo podia ser verdade. Ficou triste, e acabou sendo um momento triste para mim tamb�m. Mas uma emo��o inexplic�vel, que entendi depois. Para ela, a filha dela sempre foi aquela, nunca desconfiou de nada.

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Chegamos a conversar, n�s quatro, sobre tudo o que havia acontecido, mas foi s� uma vez. A rea��o da minha �irm�, a pessoa que foi trocada comigo na maternidade, foi positiva. Ela ficou contente por termos esclarecido tudo. A m�e que me criou quis conhec�-la e ficou muito emocionada. E, em compara��o com as outras quatro filhas, acabou que ela � a que mais parece a m�e.

Processamos o munic�pio e ganhamos direito a indeniza��o. Mas n�o h� dinheiro que pague o dano que foi causado, o sofrimento, tudo o que passamos. Nem todo o dinheiro do mundo. Hoje, mantenho contato � dist�ncia com minha fam�lia biol�gica, porque moro longe. Mas sempre que consigo ir a Joinville, os vejo. A vida continua�.

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O jogo tem um pouco de sorte e n�o � muito f�cil de vencer. No

entanto, a variante Paci�ncia Scorpion F�cil � muito mais f�cil.

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